TEATRO RIVAL PETROBRAS APRESENTA LENY ANDRADE & MIELE
No recomendado show “Um brasileiro chamado Jobim”
Dias 20 e 21 de fevereiro
Leny Andrade tem contratada anualmente uma semana no “Blue Note” de Nova York. A cada noite de estreia, lá estão Tony Bennett (que desenhou – as duas vezes enquanto ela cantava) Liza Minelli (que escreveu um texto sobre ela na capa de um dos seus CDs), Wynton Marsalis, George Shearing (que a leva para sua casa para um chá e alguma canja) e outros.
A casa é um tempo do jazz mas embora seja provavelmente no gênero a maior intéprete brasileira, nos Estados Unidos, Leny só canta em português.
No Brasil, ela até grava e canta em inglês, mas no exterior só no nosso idioma.
E é assim na América do Sul, na Espanha, na Suíça, na Alemanha, no Japão, na Inglaterra, na Rússia e mais recentemente na Lituânia. Essa fidelidade a nossa música indica imediatamente a necessidade de cantar um Antônio brasileiro.
Brasileiro de Almeida e Jobim. O show é um sonho antigo, foi apenas um telefonema.
Esqueceram-se as agendas, os projetos, a incerteza e a certeza de que o Brasil não conhece o Brasil.
“Leny, é o Miele. Queria convidar você para fazer comigo “Um brasileiro chamado Jobim”.
- “Miele, desliga que eu to indo pra aí”.
E logo nesse primeiro encontro, descobriram 54 músicas “que não podiam ficar de fora” o jeito é ir mudando um pouco o repertório no decorrer da temporada.
Os clássicos não podem faltar, é claro, mas foram agrupados em blocos: Só danço samba, Triste, Desafinado, Nota Só, Água de beber, Garota de Ipanema, Águas de Março e Dindi, é claro.
E para não repetir todas as merecidas homenagens ao Tom, estão no repertório músicas como: Ana Luiza, Estrada Branca, Esquecendo você, Olha pro céu, Por causa de você, Outra vez, Eu te amo, Piano na Mangueira, Fotografia.
O diferencial é claro, está nas interpretações de Leny e nas histórias que Miele recolheu, contando dos encontros com Vinícius, Dolores Duran, Billy Blanco, Caymmi, Newton Mendonça, Paulo César Pinheiro, Chico Buarque, fazendo desses encontros um enredo. E também lembrando o talento poético do Tom em textos como “Urubu” e “Matita Perê”
O show traz ainda lembranças muito divertidas de encontros com o maestro, que tinha sacadas de humor muito sofisticadas, e elas estão sempre no espetáculo.
Serviço:
Teatro Rival Petrobras
Dias 20 e 21/02 – Sexta-feira e Sábado, às 19h30
Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia – Tel: 2240-4469
Preço:
Setor A / Mezanino:
R$ 80 (Inteira)
R$ 40 (Meia entrada para estudantes, idosos, professores da rede municipal)
Setor B:
R$ 70 (Inteira)
R$ 55 (Promoção para os 100 primeiros pagantes)
R$ 35 (Meia entrada para estudantes, idosos, professores da rede municipal)
Classificação: 16 anos
Capacidade: 458 lugares
Assessoria de Imprensa Teatro Rival Petrobras - Sheila Gomes
Telefones: 21. 3874-7111 / 7898-9138
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